quarta-feira, 22 de junho de 2011

Para empresários de MT, aeroporto é problema para turismo de negócios


Os eventos de negócios, que contribuem para aquecer o turismo em Mato Grosso, têm crescido em média de 10% a 15% a cada ano. E esta situação pode se reverter se não houver incentivo do governo para a atração de novos turistas, avaliam empresários do setor, que cobram a necessidade de maior divulgação e investimento em infraestrutura para receber os turistas. O presidente do Sindicato das Empresas de Turismo de Mato Grosso (Sindetur), Oiran Gutierrez, explica que o aeroporto é a sala de entrada para a maioria dos turistas que visitam o estado. "Mas da forma que está, os passageiros passam por muitos transtornos na hora de embarcar e desembarcar". Conforme ele, a unidade, que conta apenas com duas esteiras de bagagem, já trabalha com a capacidade de fluxo de passageiros no limite. "O aeroporto suportaria até 1,5 milhão de passageiros por ano, mas já estamos passando de 2,1 milhões/ano".
Os números da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) confirmam essa expansão. Para se ter ideia, de janeiro a maio deste ano 996.732 passageiros circularam pelo aeroporto. O número representa um acréscimo de 24% em relação ao movimento registrado no mesmo período de 2010, quando 804.635 passageiros embarcaram e desembarcaram no estado. Oiran aponta que o aumento faz com que as empresas aéreas deixem de investir no Estado, por conta da falta de infraestrutura na unidade aeroportuária.
"A tendência é crescer se o estado tiver o que oferecer aos visitantes", destaca o superintendente do Pantanal Convention Bureau, Omar Canavarros. De acordo com ele, os negócios totalizam aproximadamente 90% do turismo realizado no Estado. Canavarros destaca que a entidade intermedia cerca de 40 eventos por ano. "A maioria são congressos e feiras científicas". Ele afirma que a situação do aeroporto é determinante para a realização dos eventos e, consequentemente, atração de turistas. "Quando estamos captando eventos, a desculpa de sempre é que o aeroporto está em obras. Medida que não podemos usar para sempre".
A Infraero já contratou uma empresa para construir o Módulo Operacional Provisório no Aeroporto Marechal Rondon em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. O investimento é de R$ 2,7 milhões para que o módulo sirva como uma sala de desembarque até que seja feitam as obras de reforma e ampliação do aeroporto. A previsão é que a instalação do Módulo comece ainda este mês.
Segundo o site do G1.
Pessoal temos que cobrar do Brasil o mundo esta de olho em nós temos que almentar os nossos aeroportos para assim conseguir que as pessoas não fiquem presas nos aeroportos.

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